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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Flagrei pai e filho metendo no moleque # contos

estou morando em uma chácara e a casa fica bem na divisa de um pequeno sitio, este sitio tem um cafezal antigo e muito mau cuidado e o caseiro vive roçando o mato por causa das cobras, moram neste sitio o pai (Sergio, caseiro), sua esposa (evangélica, pois vive escutando musica gospel) e 5 filhos, 3 meninas e 2 meninos, o garoto mais velho deve ter uns 12 ou 13 anos e o mais novo não passa dos 8, já o pai aparenta entre 38 e 40 anos. Trata-se de um homem magro, queimado de sol, bem característico de trabalhador rural, já o filho mais velho chamado Pedro é bem moreno, como a mãe, magro e com corpo entrando na puberdade, começando a definir traços de homenzinho, estou descrevendo os dois pois foram eles que participaram de uma situação que eu não imaginava observar e me rendeu varias punhetas pelas lembranças... enfim, era domingo e eu estava sozinho em casa, acordei por volta das 9:30hs da manhã com o barulho chato de um pequeno trator trabalhando no cafezal do vizinho, da janela em frente a pia da cozinha eu pude ver o Sergio dirigindo o trator, o Pedro estava ajudando, pegando alguma coisa do chão e colocando na carreta engatada ao trator, havia um outro garoto (chamado Leo), franzino e branco, cabelo bem curto de um tom aloirado queimado de sol, o Leo era amigo do Pedro, da janela eu conseguia avistar à casa e parecia não haver ninguém alem dos três, de onde eles estavam não podiam me ver, eu continuei preparando o café e escutei o trator se afastando, descendo ate a casa do caseiro, os dois garotos ficaram ali pelo cafezal, consegui ver que o Pedro foi até uma moita que o deixava escondido de quem estava na casa do caseiro, mas me dava uma vista privilegiada, ele parecia estar mijando e, como eu já estava curioso, corri até o meu quarto e peguei um binóculo que comprei recentemente para assistir o gp de F1, o binóculo é muito bom, aproxima muito e deu tempo de eu ver o Pedro mijando, vi seu pinto quase negro e bem grossinho, bastante cumprido para um garoto de 12 ou 13 anos, mas foi uma visão bem interessante, quando ele terminou de mijar ele não guardou o pinto, ficou mexendo ate o pau endurecer, confirmei que ele tinha realmente um pinto bem grandinho, todo mulatinho e liso, chegava a brilhar, notei também que ele fazia alguns gestos e, sem o binóculo eu vi que ele estava chamando o Leo pra perto dele, o Leo parecia interessado em ir, mas estava preocupado com o caseiro que estava na casa ali próximo, mas o Pedro estava bem escondido, quem estava na casa não poderia vê-los ali, até que o Leo se aproximou, (o Leo não devia ter mais do que 10 ou 11 anos), Então o Leo se aproximou e falou algo que eu não tinha como escutar, o Pedro virou-se mostrando a pica dura pro Leo (eles estavam bem de frente pra mim), o Pedro baixou mais a bermuda, deu pra ver seu saquinho, que parecia não ter pelos e acima do seu pinto já tinha um bom tufo de pelos bem pretos, o Leo começou a pegar na rola do Pedro, e começou a bater punheta nele, só isso já havia me deixado de pau duro e melado, a cueca, que era a unica coisa que eu estava usando, parecia que ia estourar, então o Leo abaixou e começou a chupar o Pedro, na posição que eles ficaram em relação a mim, não dava pra ter a melhor visão, mais dava pra ver que as vezes o Leo engolia toda a pica do Pedro, que devia ter uns 14 cm, Leo chupava com vontade, enquanto o Pedro delirava com a chupeta, então olho pra casa, e vejo o Sergio indo na direção dos meninos sem o trator, já estava na metade do caminho e logo ele ia surpreender os dois, meu coração começou a bater forte, parecia que eu estava la, participando e, ia ser pego também, os garotos estavam curtindo tanto a chupeta que não notaram que o Sergio estava próximo, a mim só restava observar, não tinha o que fazer, quando o Sergio chega próximo a moita dá uma parada e vai se aproximando devagar, pisando leve, nisso o Leo continuava a chupeta no Pedro, então o Sergio surpreende os dois, o Leo deu um pulo pra traz e se levantou muito assustado, o Pedro quase caiu tentando erguer a bermuda e se recompor, mas, a merda já estava feita, não dava pra disfarçar a expressão dos garotos era de desespero (o Sergio estava de costas pra mim, mas dava pra notar que começou a dar um esporro nos dois, ele gesticulava bastante), vi que ele mandou os dois se aproximarem, (achei que ele iria bater neles). Quando o Leo chegou bem perto dele, ele o virá e começa a passar a mão na bunda do Leo depois baixou o short dele e mandou o Pedro se aproximar e baixar a bermuda, (dava pra entender tudo, por causa dos gestos que ele fazia), o Pedro baixou a bermuda (seu pau estava mole), o Sergio mandou o Leo chupar o pau do Pedro, assustados e envergonhados os meninos ficam parados, então o Sergio empurra a cabeça do Leo, forçando ele a iniciar a chupeta no Pedro, a rola do Pedro endureceu, o Sergio ficou observando atento a bela chupeta que o Leo estava fazendo no seu filho, os garotos não olhavam pra ele, ainda estavam com medo. De repente o caseiro baixa a calça até a metade coxa, ele tava de rola dura, (seu cacete era razoável, uns 17 ou 18 cm, grossura boa, fazia o pau do seu filho parecer bem pequeno), ficou um tempo segurando e balançando o pau, então mandou o Leo ajoelhar na frente dele e chupá-lo, (o garoto, ainda assustado, parecia admirado com aquele cacetão). O Leo começou a chupar a rola do Sergio, (parecia ter dificuldade pra chupar o pintão do Sergio), mas o caseiro não queria nem saber e metia o picão na boca do Leo o Pedro estava olhando (a bermuda abaixo do joelho, o pau duro, tava curtindo o amiguinho chupando a pica do seu pai), então o caseiro, mandou o Leo parar e manda o próprio filho baixar e chupar seu cacete, o Pedro relutou um pouco, mas o pai, num safanão, o colocou de joelho com a cara no seu cacete, segurou o filho pelo cabelo e o fez enfiar o pau na boca e chupar o próprio pai, então mesmo contra a vontade Pedro chupava o pau do pai, passado um tempo o caseiro mandou o filho parar de chupar seu pau, virou o Leo de costas e fez ele inclinar-se, começou a passar cuspi no rego, parecia enfiar o dedo no cuzinho dele, o muleque tava com cara de choro, o caseiro se ajeitou por traz dele e começou a esfregar o pau no seu rego, estava tentando penetra-lo (parecia que não tava dando certo, o garoto se esquivava e dificultava as coisas, por alguns momentos achei até que o caseiro ia bater no menino), dava pra ver que em algumas tentativas o cacete do caseiro quase entrou ou a cabeça devia ter entrado, pois o garoto praticamente chorava e reclamava, tentava escapar, mas não conseguia, o pau do caseiro era grande, e grosso demais para um garoto de no máximo 11 anos, aquilo ia ser praticamente um estupro, provavelmente o garoto nunca tinha dado pra ninguém (ou, se já tivesse dado, devia ter sido pro Pedro, que tem o pinto bem menor e mais fino, alem do que, naquela situação o garoto nunca ia conseguir relaxar pra receber tudo aquilo no cuzinho), depois de insistir mais um pouco, o caseiro chamou o filho, que tava de lado observado e com o pau muito duro, passou mais cuspi no cuzinho do Leo e mandou o filho tentar penetra-lo, os dois muleques pareciam meio desajeitados mas depois de algumas tentativas o Pedro conseguiu penetrar o amiguinho, começou a foder o cu do Leo, com a orientação do Sergio ele foi fodendo cada vez mais forte, ate dar uma bela socada e agarrar o Leo pela cintura, ficou assim por alguns segundos, provavelmente havia gozado dentro do amiguinho (e foi o que aconteceu pois logo ele tirou do pau do rabo do Leo), então o Sergio vai pra traz do Leo e tenta penetrá-lo de novo (ainda parecia difícil), nisso o Sergio manda o filho ficar na frente do amiguinho e segurá-lo com o corpo curvado, como o cu do Leo estava melado com a porra do Pedro, o Sergio não teve dificuldade para penetrá-lo (deu pra ver o momento exato, pois o Leo fez de tudo pra escapar, mas o amigo o segurava firme), dai pra frente foi só observar o caseiro fodendo o cu do Leo com vontade, com uns 20 minutos de foda, a expressão do Leo era de dor mas o Sergio não tava nem ai, queria mesmo era arrombar o muleque, e o filho segurava o amigo, parecia estar curtindo muito ver o pai socando no rabo do amigo, quando foi gozar, o caseiro tirou o pau, empurrou o Leo pro chão, pelo jeito mandou ele abrir a boca e gozou na cara do menino, gozou muito, na boca e no rosto do Leo, deu um banho de porra no garoto, ajeitou as calças e mandou os dois garotos irem até a casa, pelo jeito pra tomar um banho, ele desceu junto, mas só pegou o trator e voltou a trabalhar, neste dia eu gozei umas 4 vezes, batendo punheta e lembrando do que eu tinha assistido.

domingo, 17 de novembro de 2013

Comendo o sobrinho # contos

Olá, me chamo Marcos, sou moreno claro 1,75 de altura 85 quilos, cabelo curto, olhos cor de mel, sou um cara bonito, sou casado pai de dois filhos mas sempre tive uma tara por bunda de homens e vou contar algumas experiências minhas, vou contar a que acho mais excitantes e resolvi começar com a do sobrinho de minha mulher.
Leandro é seu nome, minha mulher é de uma família de morenos e uma de suas irmãs se casou com um negro e o resultado foram dois filhos lindos a menina se chama Luciana e o menino Leandro, ela negra e ele moreno jambo, ambos são muito bonitos, os vi crescer e por causa do parentesco acompanhei bem o crescimento e a adolescencia dos dois, sempre vi Luciana de camisola, baby doll, shortinhos, sempre bem a vontade ela sempre foi bonita e gostosa, mas, quem me chamava mais tenção era o Leandro, o vi crescer e se desenvolver, adorava o ver acordar só de sunga, ficava admirando aquela bundinha redondinha, conforme crescia ele ficava mais atraente, sempre tive um tesão enorme por aquela bundinha, mas, sempre mantive respeito, nós éramos muito apegados mas nunca havia me atrevido a tocar no assunto do tesão que sentia por sua bundinha.
Mas um belo dia surgiu a oportunidade, quando ele era garoto garoto eu sempre dava dinheiro para ele comprar pipas, lanchar e outras coisas, mas, desde que se tornou adolescente ele parou de me pedir dinheiro, até começou a namorar e um belo dia eu e minha mulher estávamos em sua casa visitando a irmã de minha mulher que é a mãe dele e num momento em que estávamos apenas eu e Leandro ele disse que queria levar sua namorada para fazer um lanche, só que estava sem grana, então fiz uma proposta:
- Posso te dar R$20,00, mas você terá que fazer algo para mim!
- Se for fácil e rápido até faço.
- Fácil é e rápido vai depender de você!
- O que é tio, to precisando mesmo dos R$20,00 contos!
Pensei um pouco se valeria a pena fazer a proposta, mas falei:
- Se você tocar uma punheta pra mim te dou os R$20,00!
Ele arregalou os olhos e retrucou:
- Tá maluco tio? Eu sou homem!
- Veja bem, você não vai deixar de ser homem, ninguém vai precisar ficar sabendo, vai ser só uma punheta e sempre que você precisar de uma graninha é só me procurar!
- Ah tá! Duvido que não vai querer comer minha bunda.
- Isso já é outra história.
- Não tio, estou fora!
- Veja bem, vais sempre ter um dinheirinho quando precisar e fica só entre nós!
- Ah tá, até parece que não vai contar pra todo mundo!
- Tu tá maluco? E meu casamento? Tu acha que vou botar tudo a perder?
- Sei lá tio.
Depois de muito insistir o convenci, ele veio meio tímido, tremendo, com as mãos suadas, abri minha calça e ele meio sem jeito pegou meu pau e foi punhetando:
- Isso, vai delicia, alisa meu saco.
Ele parecia estar tocando uma punheta nele mesmo e não demorou muito pra eu gozar, ele olhou assustado largou meu pau e saiu correndo, mais tarde depois de acalmarmos os ânimos o procurei e como o prometido o entreguei seus R$20,00, então eu disse:
- Amanhã sua tia vai para a igreja pela manhã, se estiver afim de ganhar mais um dinheirinho!?
- Que loucura foi essa tio? Nunca mais faço isso!
- Bom, está feito o convite, só depende de você!
No outro dia assim que minha mulher saiu para a igreja liguei para o Leandro dizendo que estava só em casa e o estava esperando com o dinheiro dele, ele no início disse que não iria, mas eu disse que estaria o esperando e que deixaria o portão e as portas abertos que era só entrar, me preparei para sua chegada pois sabia que ele iria, levei um vidrinho de lubrificante pro quarto e fiquei só de cueca na sala o esperando, alguns minutos depois escutei o portão se abrir e fechar, olhei pela janela e vi que era ele, meu pau imediatamente ficou duro como pedra então o recebi na porta e lhe dei um abraço bem forte e esfreguei meu pau nele que não mostrou muita resistência, entramos e sentamos no sofá e conversamos um pouco, ele não tirava os olhos de meu pau, então o coloquei pra fora e disse:
- Olha o que tenho pra você!
- Não tio, nem sei o que vim fazer aqui!? Acho que vou embora!
- Se você veio é porque está afim e além do mais ainda vai ganhar um dinheirinho!
- To precisando de uma grana mesmo, mas isso é errado tio.
- Não é nada Leandro, ontem não doeu nada não foi?
- Não, mas o senhor deve estar achando que sou gay.
- Não estou achando nada, só estou te dando uma grana e você está pagando do jeito que pode!
- Mas aqui é muito arriscado!
- Não é não, sua tia só volta depois do meio-dia!
- Ok, mas tem que ser rápido!
- Tudo bem, vamos lá pro meu quarto.
- Não tio, aqui na sala mesmo.
- Lá agente fica mais a vontade!
- Aí você vai querer comer meu cuzinho?
- Se você estiver afim de me dar?!
- Claro que não tio, vai ser só uma punheta mesmo.
Fomos pro quarto, eu já estava nu e disse que ele deveria ficar também, ele relutou muito e depois de muita insistência consegui que ele ficasse só de cueca, deitei na cama e ele se sentou, eu disse que ele poderia se deitar também, mas ele insistiu em ficar sentado, então eu disse se ele não deitasse que eu não daria o dinheiro, ele se deitou, então ele concordou, mandei que ele se deitasse sobre minha barriga e ficasse com rosto bem perto de meu pau, puxei suas pernas e aproximei sua bunda de meu rosto, ele começou a punheta e fui alisando sua bunda por cima da cueca, ele não fazia resistência alguma, fui tirando sua cueca e ele deixando, peguei o lubrificante debaixo do travesseiro e melei seu cuzinho, fui aproximando meu pau de seu rosto, mas ele se afastava, comecei a alisar seu cuzinho então pedi:
- Leandro, da uma chupadinha no meu pau.
- Não tio, você falou que ia ser só uma punheta!
- Vai Leo, estou com o maior tesão que você me chupe!
- Não tio, isso não!
- Vai, te dou R$50,00.
Ele parou de tocar a punheta, ficou quieto e depois de alguns segundos disse:
- Isso não tio, aí você vai querer gozar na minha boca?
- Não vou não, quando eu for gozar eu aviso.
- Avisa mesmo?
- Claro, não sou maluco.
- Tudo bem, mas só essa vez!
Ele foi se aproximando e encostando a boca devagar no meu pau, logo estava me chupando e eu fazia o movimento de vai e vem como se estivesse metendo em uma xota e já com o cuzinho dele todo melado com o lubrificante fui introduzindo meus dedos nele o preparando para uma futura enrabada e já com o tesão a flor da pele sentindo que não demoraria a gozar comecei a tocar uma punheta nele também e a socar o dedo em seu cuzinho, o gemido dele abafado pelo meu pau em sua boca aumentou meu tesão, seu gemido aumentou de frequência e começou a tremer senti que ele iria gozar e soquei meu pau em sua boca, gozamos ao mesmo tempo, senti seu corpo tremer enquanto se engasgava com minha porra em sua garganta, fiquei me deliciando com essa gozada enquanto ele tentava cuspir minha porra, dei um beijinho em sua bunda e o mandei se lavar e em seguida dei seus R$50,00 e ele foi embora todo feliz.
As semanas se passaram e também muitas punhetas e muitos boquetes e nada dele engolir minha porra, sempre cuspindo fora, mas o melhor estava por vir, fiquei sabendo que seus pais viajariam no final de semana levando sua irmã Luciana e que somente ele ficaria em casa, seu pai me ligou pedindo para que ficasse de olho nele, que ele já era crescidinho, mas, que talvez ele precisasse de alguma coisa, eu disse que tudo bem e que até o levaria num futebol no sábado pela manhã.
No sábado bem cedinho peguei minha chuteira e meu meião e disse a minha mulher que iria buscar o Léo para ir ao futebol comigo, saí de casa, passei na farmácia, comprei umas camisinhas, lubrificantes e gel anestésico, fui direto pra casa do Léo, chegando lá seus pais já estavam de saída, perguntei por ele, me disseram que ele ainda estava dormindo, eu disse que o acordaria se não nos atrasaríamos para o futebol, eles então entraram no carro e partiram, me certifiquei que eles foram mesmo, esperei alguns minutos e vi que eles não voltariam, fui no meu carro peguei o kit tira cabaço e entrei na casa, me dirigi ao seu quarto e o vi dormindo, só de sunga e de bruços, não resisti e na mesma hora fiquei de pau duro, tirei toda a roupa e me deitei em cima dele passando a pica naquela bundinha deliciosa e beijando sua nuca, ele acordou sorrindo e rebolando no meu pau, mas, por um instante ele se lembrou que estava em casa e disse:
- Meus pais!
- Eles já foram viajar, a esta hora já devem estar na estrada!
Então ele ficou aliviado e continuou rebolando, me deitei ao seu lado e dei um beijo em sua boca, peguei sua mão e levei em direção ao meu pau, enquanto ele me beijava foi alisando meu pau e em seguida foi descendo beijando meu peito e minha barriga até chegar em minha rola, se abaixou na beirada da cama e ficou me chupando deliciosamente, algumas vezes tirava meu pau da boca e chupava minhas bolas enquanto me punhetava e em seguida voltava a me chupar, após alguns minutos sussurrei:
- Não estou aguentando, vou gozar!
Ele abriu os olhos e me olhou, apertou meu pau com a mão, abriu a boca e colocou a língua na cabeça dele e ficou punhetando, entendi que ele queria uma gozada na sua boca fiquei doido de tesão e gozei gostoso enchendo sua língua de porra, ele então colocou meu pau na boca e continuou sugando retirando o resto de porra que ainda saía dele e engoliu tudinho e em seguida lambeu a cabeça dele e lambeu os beiços e logo em seguida se deitou na cama ao meu lado e disse:
- Estava uma delícia!
- Eu adorei, você não sabe o quanto esperava por esse momento!
- Demorou mas eu me acostumei, agora sei como isso é gostoso!
- Isso dá muito tesão na gente!
- Eu sei.
Dei um beijo em sua boca e o chamei para tomarmos um café e em seguida tomarmos um banho e foi o que fizemos, já no banho ficamos nos beijando e nos acariciando e meu pau já estava duro a muito tempo então Léo disse:
- Nossa, ele não descansa não?
- Quando estou com você não! Por que, não gosta de velo assim?
- Adoro!
- Então, por que está reclamando?
- Não estou reclamando, só estou admirado!
- Você ainda não viu nada!
Continuamos o banho e as carícias e em seguida peguei um aparelho e fui depilando sua bunda e virilha e seu saco o deixando lisinho sem nenhum pelo próximo ao cuzinho e assim terminamos o banho e voltamos para a cama, peguei o kit tira cabaço e coloquei ao lado da cama, nos deitamos e nos beijamos, então comecei a beijar seu corpo todo pescoço, peito, barriga, pernas e o virei de costas e continuei beijando seu pescoço, costas e bunda até chegar em seu cuzinho e pedi para que ele empinasse a bunda abrindo bem as pernas deixando aquele cuzinho lisinho bem aberto para mim, fui lambendo ele todo e enfiando a língua arrancando suspiros dele, o deixei bem melado de saliva, peguei o lubrificante e lambuzei tudo e fui brincando com os dedos com aquele cuzinho apertado e com a outra mão peguei em seu pau que estava duro de tesão e enquanto alargava seu cuzinho pra receber algo bem maior que meus dedos o punhetava e logo ele estava gozando, então vi que ele estava muito afim do que estava prestes a acontecer.
O virei de frente, seu coração palpitava bem acelerado, suas mãos tremiam, abri bem suas pernas arreganhando seu cuzinho e o perguntei:
- É isso que você está querendo?
- Como nunca tio!
- Não vai ter mais volta!
- Eu sei!
- Você vai gostar!
- Tenho certeza que sim!
Peguei mais lubrificante e lambuzei bem o pau e seu cuzinho, passei o gel anestésico em seu cuzinho, coloquei suas pernas sobre meus ombros e encostei a cabeça da rola na sua entrada e disse:
- Está pronto?
- Vem tio, essa é a hora!
Forcei a cabeça, ele fechou os olhos, senti meu pau rompendo suas pregas e a rola adentrando seu cuzinho, fui o penetrando lentamente com pausas e movimentos de vai e vem, sem perceber meu corpo já encostava no dele e então fui metendo mais rápido só que com bastante carinho Léo abriu os olhos e sorriu dizendo:
- Agora sou seu!
Aumentamos os movimentos ele então me pediu para o comer de quatro, o coloquei na beirada da cama o puxei bem empinando sua bunda abrindo seu cuzinho e meti bem gostoso dando algumas estocadas e gozando gostoso naquela bunda deliciosa. Nos jogamos na cama e ficamos ali deitados por algum tempo conversando, o Léo o tempo todo alisando meu pau que não demorou para endurecer novamente, então foi a vez dele pegar o lubrificante e lambuzar meu pau e seu cuzinho e sentar no meu pau e cavalgar, ele havia tomado jeito pra coisa mesmo, seu cuzinho engolia meu pau inteiro e novamente o joguei na cama e abri suas pernas e meti gostoso olhando sua cara de satisfação, fui alisando seu pau até ele endurecer na minha mão e fui metendo e o punhetando até gozarmos juntos, foi uma delícia, logo em seguida eu disse:
- E você disse que não queria!
- É que eu não sabia que era tão gostoso assim!
- E aí, vai querer outras vezes?
- É claro tio, já estou viciado em você!
Foi uma manhã deliciosa que passamos juntos e é claro que teve outras mas prefiro contar outros casos que aconteceram comigo, aguardem.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Branquinho e o pedreiro # contos


Quando eu tinha xx anos de idade, meus pais resolveram construir uma pequena casa no fundo do quintal, para receber uns parentes que viviam em outro estado. O quintal era muito grande e a casinha seria construída bem no fundo, atrás de árvores e plantas. Como não havia pressa, foi contratado um único pedreiro, de confiança, para fazer o serviço, que devia durar uns dois meses. O pedreiro chamava-se Jair, e era um crioulo simpático, muito forte e muito tranqüilo (diríamos hoje, um cara “zen”). Jair devia ter uns 40 anos, embora minha percepção de sua idade à época não deva ser muito confiável. Meu pai ficava o dia inteiro fora e minha mãe estava sempre atarefada na casa da frente do terreno, além de sofrer de alergia a cimento, o que a mantinha afastada do fundo do quintal. Quando Jair precisava de algo tinha de ir até lá.
Eu era um menino muito sozinho, sem amigos, estudava pela manhã e à tarde ficava vendo o trabalho de Jair. Logo fizemos amizade, ele sempre muito solícito, ensinando-me e até me permitindo fazer algumas coisas mais simples. Nesse ritmo, fomos criando intimidade. Os dias foram esquentando e Jair passou a se vestir de forma mais leve (tendo o cuidado de cobrir-se ao ir falar com minha mãe), e no fundo do quintal, passou a usar apenas um calção largo de futebol, sem camisa. Eu também, com o calor, usava apenas um shortinho de malha.
Um dia Jair pediu-me para segurar uma linha que alinhava a construção de um pequeno muro (não sei como se chama este instrumento) e, ao se abaixar para assentar um tijolo, seu pinto escorregou pela perna do calção, já que ele estava sem cueca... Ele ficou meio sem graça e tentava se equilibrar para esconder aquele pedaço de carne preta, quando olhou para mim e me viu hipnotizado pelo que via. Jair ficou de pé e riu, dizendo que a “cobra” estava querendo fugir, com naturalidade, evitando constrangimento...
Perguntou se eu havia visto a “cobra”, tranqüilizado pelo clima da brincadeira, disse que sim e que ela era muito grande... Jair perguntou: - o que você faria se a “cobra” fugisse? E eu, rindo, disse que a capturaria... Jair olhou para a casa da frente, distante, e puxou seu pinto pela perna do calção, a “cobra” estava maior e mais dura... Disse então que duvidava da minha coragem e que eu fugiria da “cobra”. Neguei indignado e ele desafiou-me: - pega então, que eu quero ver....
Sentia algo estranho e estava trêmulo, caminhei em sua direção e peguei na pica que cada vez crescia mais. Senti a carne quente e dura e, estranhamente para mim, meu pintinho endurecia, enquanto meu coração estava aos pulos. A pica ficou completamente dura e Jair disse que era um pirulitão, e que eu podia chupá-lo. Não acreditei naquela conversa, mas não conseguia largar aquela pica e estava com água na boca...
Jair sentou-se num pequeno muro em construção e deixou a pica bem na altura do meu rosto, foi trazendo-me pela nuca com calma e delicadeza até que encostei a cabeça da pica na minha língua, sentindo uma gota de líquido salgado. Lambi o cabeção e, seguindo as orientações do pedreiro, pus uma parte da pica na boca e comecei a mamá-lo. Jair ensinava e acariciava meus cabelos. Depois de poucos minutos, Jair começou a gemer e estremecer, eu fiquei assustado, mas, ele me disse: - continua branquinho, continua pra tomar leitinho. Não entendi, mas, logo, senti o jorro do “leite” em minha boca... Jair segurou minha cabeça com força e jeito, e disse: - toma teu leite, branquinho, toma tudinho pra ficar forte...
Não entendia o que se passava, mas estava adorando. Jair me explicou que aquele devia ser um segredo nosso, de amigos, e que se contasse para alguém, ele teria de ir embora. Era tudo o que eu não queria. Naquele dia, “mamei na mamadeira”, como ele dizia, mais duas vezes. Dalí em diante, ficamos mais amigos, e Jair avançava em carinhos nos meus mamilos, nas minhas costas e coxas... Uns três dias depois, enquanto eu o chupava, ao que já me acostumara, começou a alisar minha bunda e como não notara reação contrária, além de entretido chupando a rola tinha cada vez mais confiança nele, meteu a mão por dentro do short e ficou alisando meu reguinho.
Era uma sensação gostosa e passou a fazer parte de nossas brincadeiras... Logo, Jair começou a molhar o dedo com saliva e metê-lo no meu cuzinho. No início eu reclamei, então ele disse: - quer que pare de brincar com você branquinho? Fiz que não com a cabeça encostada na sua rola e, aproveitando o momento, Jair meteu todo o dedo, sublimei a dorzinha com o gosto da rola em minha boca... Esses brinquedos avançaram por umas duas semanas, eram três, quatro vezes por dia, leite de pica e dedo no cuzinho.
Outras brincadeiras foram surgindo, Jair me ensinou a lamber suas “bolas” e, quando vinha de banho tomado logo depois da escola, lambia meu cuzinho enquanto eu ficava de quatro, de “cavalinho” ele dizia, numa bancada da construção. Jair disse que ia brincar com meu grelinho... Eu entendi “grilinho”... Ele riu muito e este passou a ser o apelido do meu pintinho. O pedreiro lambia o meu cuzinho e acariciava o meu “grilinho” com a o seu polegar... Eu ficava louco... Jair passou a pincelar o cacete no meu rego e, às vezes, gozava assim, eu ficava com a bundinha e as coxas meladas e lambia o “leitinho” que restava na pica, pra ficar forte...
Na época minha mãe iniciou um tratamento médico no centro da cidade, se ausentando por, no mínimo, três horas nas tardes de segundas, quartas e sextas. Ela queria me levar com ela, mas pus tantos obstáculos (deveres de casa, cansaço etc.) que ela me deixou ficar, e ainda pediu para o pedreiro me olhar... No primeiro dia de tratamento nada mudou, continuei a mamar e ele a fazer as brincadeiras de sempre... Acho que o pedreiro queria confirmar o horário de mamãe.
No segundo dia do tratamento, quando cheguei para a minha primeira mamada, Jair se levantou e foi à cozinha da casa, não entendi, mas, logo, ele voltou com um pote de manteiga... Pôs a manteiga no lado e chamou-me para chupar, balançando a pica, enquanto chupava ele começou com suas brincadeiras no cuzinho, como de hábito, porém, desta vez, espalhando manteiga no meu rego e no meu cuzinho... enfiando o dedo com mais facilidade, enfiando dois dedos... titilando o “grilinho”. Eu não reclamava, não queria que ele parasse de brincar comigo...
Depois de alguns minutos, ele tirou a pica da minha boca e, levantando-me do ar como uma pluma, me debruçou na bancada, tirando todo o short. Passou mais manteiga e começou a fazer um vai-e-vem com os dedos. Então. Jair encaixou sua pica, duríssima, na entradinha do meu cuzinho... agarrou minha boca com sua mão enorme e segurou firme na minha cintura. Não tive tempo de entender direito, Jair cravou a pica de uma só vez, impedindo-me de gritar e de fugir, com suas mãos fortes. Senti-me rasgado, sem dizer um ai. As lágrimas desciam sobre a mão grossa do pedreiro, a pica enorme alojava-se inteira no meu cuzinho.
Depois de algum tempo, não sei se segundos ou minutos, comecei a me sentir anestesiado e uma sensação estranhamente gostosa tomou conta de mim. Jair gozou enchendo-me de leite. Acho que ele foi rápido por preocupação com o retorno da minha mãe, e também porque acho que era o único jeito de fazê-lo, abrindo caminho para fodas mais suaves... Jair me levou ao banheiro e lavou meu cuzinho, que tinha um filete de sangue, com o maior carinho. Ele disse: - te machuquei meu branquinho? Diante de minha cara chorosa ele continuou: - quer que eu pare de brincar com você? Eu fiz com a cabeça que não...
Depois de dois dias de descanso, só mamando e levando dedos no rabo (Jair passou a usar sempre vaselina, eu passava o dia inteiro com o cuzinho melado), Jair perguntou se queria “engolir a cobra” novamente... Eu mesmo me debrucei na bancada. Estava com o cu limpinho de banho recém tomado e Jair lambeu minha olhotinha por alguns minutos. Depois, lambrecou meu rabinho com vaselina e ficou laceando com um, dois e, acho, até três dedos... Encaixou a pica e, desta vez, foi empurrando devagar... Doeu muito, mas o tesão que me dominava era mais forte, e a sensação da rola passando suavemente pelas pregas e paredes do cu era indescritível. Após alguns minutos, Jair me encheu de leite.
Até o fim da obra, que no fim durou quase três meses, mamei e dei o cuzinho para o pedreiro. Com o tempo, acostumei-me à vara e não havia mais riscos de gritos suspeitos, e Jair ficou convencido de que minha mãe jamais iria ao fundo do quintal, passei, então, a tomar na bunda todos os dias, mesmo com minha mãe em casa... Jair me viciou em pica. 

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Eu e meu primo dando pro tio # contos

Tive uma criação muito severa e acabei me acostumando a ter poucos amigos. Nunca fui, como os outros garotos, de sair do colégio e ficar perambulando pelas ruas do bairro; era sempre direto pra casa. Mas tinha meu primo Guilherme; apenas um ano mais velho do que eu, que vivia indo pra minha casa pra ficarmos brincando e jogando vídeo game. As poucas vezes que me aventurava sair de casa pra ir assistir algum jogo de futebol; por exemplo, era sempre com meu primo Guilherme. Guilherme era filho do tio Borges (irmão do meu pai). Tio Borges já estava um coroa de aproximadamente uns 50 anos, mas devido ao seu porte físico musculoso de tanto malhar; ninguém lhe dava mais que 40 anos. Fui crescendo e sentindo a necessidade de sair mais de casa; por isso, naturalmente fui me apegando cada vez mais ao primo Guilherme e a frequentar também sua casa... Não demorou pra começar a dormir lá. Tio Borges; que era viúvo, tinha um carinho excessivo com Guilherme a ponto de chegar a vê-los dando bicotas um no outro... Achei estranho; mas fiquei na dúvida sobre o comportamento dos dois. Outra coisa que comecei a achar estranho foi quando os dois passaram a tomar banho juntos; mesmo eu estando na casa. Já estava achando normal os dois tomarem banho juntos, quando certa vez deixaram a porta do banheiro totalmente aberta. Curioso, me aproximei vendo os dois dentro de uma banheira como se fossem duas crianças... Guilherme me vendo passou a gesticular suas mãos:
- Entra Carlinhos... Pode chegar aqui perto; vem!!!
Vendo o sorriso do tio Borges e aqueles peitos musculosos; como que hipnotizado fui me aproximando e arregalando os olhos vendo-o ficar de pé... Olhava na direção do pinto do tio Borges que mesmo mole me deixou muito impressionado; tinha um tamanho razoável e não sei por que motivo achei muito bonito... Tio Borges:
- Quer tomar banho com a gente?
- Não tio; hoje não!!
Fiquei todo o tempo vendo os dois até tio Borges enxugar o corpo do Guilherme e pegando-o no colo foi levando-o até o quarto onde dormíamos juntos. O estranho era que o tio ficou pelado o tempo todo como se aquilo fosse uma coisa muito natural. Os dois passaram a não mais se importarem em ficar pelados na minha frente: entravam e saiam do banho sem roupas e às vezes ficavam perambulando pela casa por um bom tempo antes de se vestirem. Numa noite de sexta-feira pra sábado, Guilherme pegou seu travesseiro e saiu do quarto dizendo que ia dormir com seu pai. Quinze minutos depois, sem conseguir dormir e me sentindo muito sozinho achei que também podia ir dormir com eles; a cama do tio Borges era bem grande. Assim que entrei no quarto, os dois ficaram me olhando e eu paralisado ainda vendo Guilherme segurando o pau do tio Borges que estava enorme... Virei-me pra sair e tio Borges praticamente me ordenou:
- Chega aqui mais perto Carlinhos!
Aproximei-me e tio Borges me puxando pelo braço me fazendo subir na cama:
- Pode deitar aqui junto com a gente; eu e Guilherme só estamos brincando um pouquinho!
Era uma brincadeira muito estranha; tio Borges pediu pra que o Guilherme continuasse a brincadeira; e novamente virando pra mim:
- Você vai ter que prometer que nunca vai contar isso pra ninguém; promete?
Guilherme parecia feliz segurando aquele pau duro, e sorrindo pra mim talvez pra ver qual ir ser a minha reação botou a boca e começou a chupar:
Comecei a entender tudo e ainda meio abobalhado:
- Prometo tio... Prometo sim!
Ele sorriu pra mim:
- Conta pro Carlinhos o que você gosta de dar pro papai; conta!!
Guilherme tirando a boca do pau do tio:
- Eu gosto de dar minha bundinha pro pai!
Tio Borges:
- Podemos mostrar pra ele como o papai mete na sua bundinha?
Guilherme rapidamente foi tirando seu pijama e todo saliente:
- Vamos sim pai... Acho que o Carlinhos vai gostar de ver!
Minha curiosidade foi aumentando, e após ver tio Borges passando um tipo de creme no seu pinto nem pisquei vendo aquele enorme pinto começar a entrar no ânus de Guilherme que gemia todo satisfeito:
- Oooooh! Enfia tudo pai! Tudo!... É muito gostoso!
Tio Borges movimentando seu pinto pra trás e pra frente fazia questão de fazer numa posição pra que eu não perdesse um detalhe... Vi nitidamente quando ele gozou e tirou seu pinto de dentro do ânus de Guilherme com todo cuidado pra que não vazasse muito porra. Enquanto Guilherme foi até o banheiro, tio Borges ainda peladão fez carinho nos meus cabelos e me dando um beijo no rosto:
- Você quer aprender a brincar também; quer?
- Não sei tio... Tenho medo!
Ele pegando minha mão e fazendo segurar seu pau que ainda estava meio duro:
- Não precisa ter medo... Você viu como o Guilherme gosta?
Ele soltou minha mão e eu continuei segurando firme seu pinto:
- Vi sim tio!...
Ele encostando seus lábios nos meus numa rápida bitoca:
- Quer tomar banho comigo; amanhã?
Estava adorando segurar o pau do tio Borges:
- Quero sim tio!
Deitamos um de cada lado do tio e custei a dormir pensando no banho que ia tomar com o tio; no dia seguinte. Passei o dia inteiro ansioso que nem conseguia me concentrar nas brincadeiras junto com Guilherme. Fiquei eufórico quando tio Borges chegou na parte da tarde e já foi falando pro Guilherme:
- Hoje é o Carlinhos que vai tomar banho comigo e você vai ficar lá no seu quarto até te avisar que pode sair; entendeu?
Com certeza Guilherme sabia exatamente o que o tio ia fazer comigo e não demostrou um pingo de ciúme; até sorriu:
- Tá bom pai... Pode deixar que vou ficar esperando você me chamar!
Tio Borges me levou pra dentro do banheiro, tirou toda minha roupa, ficou também pelado e abrindo o chuveiro já foi esfregando suas mãos no meu corpo; sem bucha, só pra me molhar todo. Quando sua mão chegou na minha bundinha ele ficou passando a ponta do dedo sobre meu ânus:
- Está gostando?...
- Estou sim tio!...
Ele levantando já com seu pinto bem grande e duro:
- Quer botar a boca aqui; quer?
Só precisei arquear um pouco meu corpo pra alcançar com minha boca aquele pinto que já pulsava na minha mão:
- Isso Carlinhos... Agora é só passar sua língua... Iiiiisssso! Oooooh que delícia!... Chupa! Chupa Carlinhos!...
Acho que fiquei uns cinco minutos chupando e já estava gostando quando ele mandou que parasse:
- Deixa te limpar bem que vou te levar lá pro meu quarto!
Tio Borges lavou todo meu corpo com a bucha e me secando com a toalha me pegou no colo me levando até me colocar sobre sua cama. Quando ele me fez ficar de bruços e começou; abrindo minhas nádegas com as mãos, a passar sua língua sobre meu ânus, parecia que estava levando pequenos choques:
- Ui! Ui! Ui! Nossa tio; é muito gostoso!
- Quer dar a bundinha pro tio; quer?
- Quero tio... Quero!
Fiquei olhando ele pegando uma bisnaga e logo começou a passar no meu ânus um creme:
- Você também tem uma bundinha muito bonita!
Com o rosto virado fiquei olhando ele passando o creme também no seu pinto:
- Fica igual você viu o Guilherme ontem.
Era pra ficar de joelhos sobre a cama e apoiado pelos braços. Tio Borges passou um braço em torno da minha cintura e com a outra mão foi empurrando seu pinto duro sobre meu ânus até que senti que arregaçou e entrou um pouquinho:
- Ai! Ai! Aaaaaiiii! Tá doendo! Tá doendo!...
- Calma! Calma! Só vai doer pra entrar; mas logo passa!
Realmente doeu muito até ele chegar encostar seus pentelhos nas minhas nádegas. Ficou parado por alguns segundos e quando começou a vai-e-vem eu já estava adorando sentir aquele pau roçando as paredes do meu ânus; apesar da ardência que sentia. Me senti realizado quando tio Borges ficou parado com seu pau todo enfiado no meu ânus e gozando:
- Hummmm... Que cuzinho delicioso que você tem Carlinhos!
Guilherme me fez contar tudo que meu tio fez comigo e ele sorrindo e me abraçando:
- Agora não precisamos mais esconder nada entre a gente; né?
Concordei e ele me dando um abraço e aproximando seu rosto do meu:
- Sempre tive vontade de te beijar; mas tinha medo de você não gostar!
Até então, só tinha recebido aquela bicota que o tio tinha me dado... A curiosidade me fez ficar parado esperando Guilherme juntar seus lábios com os meus e me beijar muito como se fossemos dois namorados.
Na próxima vez que cheguei na casa do tio Borges, Guilherme me recebeu me beijando na boca... O tio estava sentado no sofá e vendo:
- Também quero... Vêm aqui os dois; vêm!
Cheguei pra dar um beijo do rosto do tio e ele segurando meu rosto lascou um beijo na minha boca e depois puxou o Guilherme fazendo o mesmo... Depois, voltou a me beijar novamente enquanto ia abrindo suas calças e botando seu pau que começava a ficar duro pra fora. Guilherme foi logo agachando pra chupar e tio Borges:
- Chupa um pouquinho e depois deixa seu primo também chupar!
Eu e Guilherme ficamos revessando nossas bocas na piroca do tio até ele nos mandar ficar pelados. De quatro sobre o carpete; um do lado do outro, ficamos esperando o tio molhar seu pau com saliva pra começar a meter nas nossas bundas. Primeiro, ele atolou até o talo no rabo do Guilherme; deu algumas socadas e tirando já foi enfiando sem dó nem piedade na minha bunda. Cheguei a ficar tonto, mas adorei ser penetrado daquela maneira:
- Ai tio! Ai! Ai! Ai!...
Novamente tive que esperar ele tirar do meu rabo e colocar no do Guilherme e também dar-lhe socadas violentas que Guilherme gritava:
- Aaaaiiiii! Aaaaaiiiiii!...
Tio Borges foi capaz de começar a gozar na bunda de Guilherme e depois tirar e terminar ainda dando algumas socadas no meu rabinho.
Ninguém nunca desconfiou de mim e nem do Guilherme de que éramos gay´s. Ao crescermos mais um pouco, além do tio Borges passamos e dar também pro padre Humberto que era um velho pauzudo e bastante sacana. Somente quando; já aos 18 anos, Guilherme resolveu revelar pro restante da família que era gay é que também resolvi sair do armário. Foi um Deus nos acuda dentro de casa; mas, estranhamente meu pai logo aceitou e fez questão de conhecer meu novo namorado... Um colega da faculdade: Forte; lindo e muito gostoso.