Ontem eu tinha 17 – moreninho dotado

O moreninho curioso

Mulato trintão, resolvi fazer algumas mudanças em casa e aproveitei um sábado pra fazer isso. Eu estava começando o trabalho quando apareceu Serginho, um garoto que morava perto, pedindo o endereço de meu primo, Danilo, os dois se conheceram quando meu primo passou uma temporada na minha casa. Passei o endereço pro moleque e fui cuidar da mudança que eu estava fazendo. Ao me ver carregar uma caixa o moleque se ofereceu pra me ajudar. Claro que eu aceitei a ajuda de Sérgio, Serginho como a gente o chamava, um moleque moreninho de 18 anos, cabelo encaracolado, penugem no rosto, uma cara de safado e um corpo legal, com tudo em cima. Depois de algum tempo precisei sair pra comprar alguma coisa pra comer e deixei o moleque sozinho.

Assim que se viu sozinho o moleque começou a mexer nas minhas coisas. Foi abrindo as caixas e encontrou alguns DVDs, alguns eram filmes antigos, já outros eram pornôs. Serginho ligou o DVD e ficou no sofá assistindo. Acho que colocou uns três, assistindo pedaços deles, até que encontrou um DVD com uma foto minha na capa. A curiosidade fez ele colocar pra assistir e teve uma surpresa: no filme eu beijava um moleque e depois metia com força meus 22 cm, o garoto fazia umas caretas de dor, e isso deixou Serginho excitado. O moleque abriu o zíper da bermuda e colocou o pau pra fora e começou a se punhetar assistindo minha metida no garoto.

Serginho estava tão envolvido com o que assistia que não viu quando eu cheguei, só percebeu que não estava sozinho quando eu coloquei a mão no seu ombro. O moleque levou um susto e olhou pra mim aterrorizado.

– Desculpa, cara, eu sai que tô errado mexendo nas suas coisas…

– Fica tranqüilo… é a primeira vez que você vê algo assim?

Gaguejando ele disse que sim. Eu dei a volta no sofá e sentei ao seu lado e perguntei:

– O que você ta achando?

As palavras de Serginho saíram tão baixo que eu quase não escutava:

– Achei interessante… desculpa mesmo por ter mexido nas suas coisas…

– Já disse pra ficar tranqüilo… eu nem lembrava mais desse filminho… faz tempo que filmei essa transa…

Serginho estava totalmente sem jeito, levantou e fechou o zíper da bermuda e levantou querendo sair mais eu segurei sua mão, e disse:

– Fica aqui… vê o resto do filme… eu to vendo que você ta excitado vendo meu desempenho… – falei dando uma risada.

Serginho voltou a se sentar ao meu lado, sem coragem de me olhar. O moleque só precisava de um incentivo, então peguei na sua mão e levei até o meio das minhas pernas. Sergio tremia mas deixou a mão ali. Depois de um tempo começou alisando o volume do meu pau. Eu abri o zíper e tirei o pau pra fora, mesmo já tendo visto na televisão Serginho se assustou com o tamanho e com a grossura, mesmo ainda não estando duro completamente.

– Cara, é muito grande…

– Você acha?

Os dedos do moleque se fecharam ao redor da minha vara que ficou durona ao contato dos seus dedos. Serginho olhava minha caceta de boca aberta e alisava bem de leve. Eu segurei sua cabeça e comecei a abaixá-la em direção ao meu pau que estava começando a pulsar. Serginho colocou na boca meio desajeitado, ficou sem fazer nada, só sentindo as pulsações da vara na sua boca. Segurei a cabeça do moleque e levantei, beijei sua boca e ele ficou mais sem jeito. Aos poucos foi se entregando aos meus carinhos. Pedi e ele se ajoelhou na minha frente e segurou minha rola com as duas mão. Quando Serginho começou a chupar a cabeça da minha vara, eu gemi de prazer. Aos poucos e com poucas dicas que eu dei o moleque começou a mamar gostoso.

– Passa a língua bem devagar em volta da cabeça… assim… vai aumentando a pressão da boca… continua mamando… tá uma delícia… chupa, gostoso… tenta ver até onde você consegue engolir minha pica…

Serginho abriu mais a boca e forçou a cabeça pra frente, fui ajudando com as mãos e senti a cabeça do pau bater no fundo da sua garganta. O moleque engasgou e eu parei um pouco depois comecei a meter e tirar a vara da sua boca. Fui passando as mãos nos seus cabelos e depois fui descendo até tocar sua bundinha.

– Vamos ficar mas à vontade…

Eu me levantei e tirei minha roupa, ele tirou a dele, voltei a sentar no sofá e ele voltou a mamar meu pau. O moleque pegou o jeito e chupava mais vigorosamente meu pau, eu desci minha mão e fui passando o dedo no seu rego. Quando comecei a forçar o dedo pra dentro do seu cu, ele gemeu baixinho. Eu levantei o moleque e voltei a beijar sua boca. Peguei o pau dele e comecei a tocar uma punheta enquanto beijava seus lábios. Fui me abaixando e engoli seus 17 cm, grossos e retinhos. Passei a língua e depois comecei a mamar com vontade, fui chupando o pau do moleque e apertando seus mamilos. Passei para o saco, chupei cada bola de uma vez, no maior capricho, olhei e ele estava me espiando de boca aberta e olhos semi cerrados. Levantei as coxas de Serginho e me instalei debaixo de sua bunda, cravei a língua na rosquinha apertada, o moleque soltou um suspiro e aos poucos o cuzinho foi se abrindo, piscando na ponta da minha língua, as preguinhas começando a se esticar. Ensopei seu rabo de saliva e pedi:

– Vem, Serginho, vem sentar no meu colo…

Ele me olhou e disse:

– Não acho uma boa idéia, meu… meu cu não vai agüentar seu cacete…

– Só um pouquinho… senta…

Ele relutou um pouco e veio sentar, só um pouquinho como ele disse. A cabeça nem tinha entrado e Serginho gritou:

– Cara, você tá me rasgando…

Ele começou a levantar e eu disse que tinha uma coisa no quarto que ajudaria. Peguei um lubrificante e voltei. Derramei o gel na portinha do seu cú e ele tremeu.

– Pronto… agora vem…

– To com medo… seu pau é muito grande…

– Nunca brincou assim?

– Nunca, cara…

– Fica frio… eu sei tirar um cabaço como ninguém… fica de quatro, fica…

Fui ajeitando o moleque e me coloquei nas suas costas. Afastei suas pernas e Serginho tremia.

– Promete que vai meter devagar?

– Prometo…

– Jura que se doer muito você tira?

– Tiro… juro…

– Cara, eu vi como o menino no filme estava sofrendo na sua pica…

Segurei sua cintura, fui puxando e deixei sua bunda mais exposta, com a cabeça bem lubrificada, encostei o pau no seu cuzinho. Quando sentiu a cabeça rompendo suas pregas ele deu um pulo pra frente, fugindo do meu mastro e gritou.

– Calma… o pior já passou…

– Tá doendo muito… passa mais gel…

Atendi seu pedido, tirei o pouco da cabeça que tinha entrado, desci, abri sua bunda e esfreguei o gel na porta do seu cu. Abracei seu corpo e coloquei novamente a cabeça do mastro na porta do seu cuzinho, fui encostando e parei.

– Quanto mais relaxado você estiver menos vai doer…

Serginho estava apavorado, mais deixou eu continuar.

– Respira fundo que o cu abre…

Ele respirou fundo, o anelzinho se abriu e a chapeleta foi entrando e ele gritou. Deixei a cabeça dentro e fiquei curtindo um pouco, parado, só sentindo suas pregas se dilatarem. Fui enfiando devagar, enquanto acariciava seu mamilo.

– Cara, você tá me matando…

– Relaxa que a dor passa… respira…

Os gemidos do moleque só faziam aumentar o meu tesão e ia enterrando mais um pedaço de pica pra dentro do seu rabo. Fui lambendo seu pescoço e enterrando a vara. Lambi seu pescoço, fui virando seu rosto pra beijar sua boca e vi seus olhos cheios de lágrimas.

– Calma… falta pouco…

Beijei gostoso sua boca enquanto ia enterrando fundo, até sentir minhas bolas na sua bunda. Segurou seus quadris e fiquei parado, curtindo meu pau todo enterrado na sua bunda. Depois de um tempo curtindo a quentura do seu rabo comecei os movimentos de vai e vem, bem devagarzinho. Comecei a enterrar o pau até o talo e tirava todo para fora, seu cu abria e fechava, mastigando meu pau. Eu queria ver a cara de Serginho recebendo minha vara então tirei o pau de dentro dele, e pedi pra ele deitar de barriga pra cima no tapete da sala. Coloquei seus pés apoiados nos meus ombros e comecei a enfiar novamente, mais dessa vez enfiava com mais força. Tirava quase todo o pau e enfiava de uma vez, ele soltava gritinhos. Comecei punhetar o moleque e não demorou muito para ele esporrar forte, apertando meu pau com seu rabo.

– Ah, moleque, seu cu ta mastigando meu pau…

Seu rabo apertava meu pau e eu não segurei, cravei fundo o pau no seu cu e gozei, enchendo seu rabo de porra. Beijei Serginho e fui saindo da sua bunda. Quando tirei o pau ele viu que ele estava vermelho, melado de porra e um pouco de sangue. Olhei para sua cara de espanto e disse:

– É normal, Serginho, na primeira vez…

Beijei seu rosto e falei sorrindo:

– Agora você não é mais virgem… eu quebrei seu cabacinho…

Deitei ao seu lado e beijei sua boca. Fomos para o chuveiro e lavei o moleque todo, dando um tratamento especial ao seu cuzinho esfolado. Quando meus dedos tocaram seu rabo ele gemeu.

– E aí, tudo bem?

– Cara, tô todo ardido…

Terminamos o banho e fomos preparar alguma coisa pra comer. No fim da tarde eu o acompanhei até sua casa, e falei com sua mãe sobre ficar lá em casa pra me ajudar numa mudança que eu estava fazendo. Tudo acertado voltamos para casa. Trabalhamos um pouco e voltamos a trepar. Serginho quis me comer também e eu acabei sentando em seu pau. O moleque não sabia fazer direito e quase rasgou meu cu, mas depois pegou o jeito e me fodeu gostoso. Quando fomos dormi voltei a comer seu rabo e durante o fim de semana entre uma arrumada na casa e um pequeno descanso trepamos bastante.

Texto original: Casa dos Contos

Vídeo excluído? Por favor informe no comentário : vídeo off